quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Pratos mais caros do mundo

Gaste todas suas economias em uma única refeição.


Vamos comer pizza? Não, vamos comer ouro!




Eu ficaria pobre para comer esse aqui.




Olá sushi, tchau dinheiro!








E para quem não tem muito dinheiro para comer o que coloquei ai em cima, pode ficar com o novo "hamburguer".
É bem mais em conta! :P



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O mistério de Nize

    Eu era escritora e normalmente viajava para o Nordeste para escrever minhas histórias, já que sempre achei lá muito inspirador. Mal eu havia chegado e fui a um restaurante para almoçar, deveria ser umas duas da tarde, mas ainda havia pessoas no bar bebendo, conversando, rindo. 
    Um homem alto, forte, de cabelos grisalhos, usando uma blusa quadriculada vermelha, cinza e azul, com calças jeans sentou na minha mesa e disse que havia me reconhecido de um de meus livros, que eu era uma ótima escritora, me elogiou e até pediu um autógrafo. Ele me pediu um favor muito especial e curioso, adoro desafios, por isso disse que o ajudaria.
    O pedido era bem simples. Escrever uma história, mesmo que fosse curta, sobre Nize. Tive de perguntar quem seria a protagonista de meu novo livro. Ele pegou uma carteira no bolso de trás de sua calça e de dentro dela, tirou uma foto pequena, um pouco amassada e amarelada, mas nitidamente pude ver uma mulher de cabelos negros como o céu em uma noite estrelada, seus cabelos iam até o começo de seu pescoço. Ela usava um chapéu e vestia um vestido branco de bolinhas laranjas. Em seus braços segurava um lindo gato preto, o que me fez deduzir que ela não era supersticiosa. Ela tinha um olhar triste e distante, como se não estivesse nessa galáxia. 
    Ele sorrindo para a foto me disse que essa era Nize, a mulher mais encantadora que já havia pisado na cidade. Perguntei-lhe onde ela morava, ele me respondeu apontando para uma enorme construção branca atrás de duas casas. Havia uma pequena ruazinha por onde se podia entrar e achar o portão da enorme construção.
    Ele pediu uma confirmação, me perguntando se eu realmente faria. E eu lhe dei minha palavra de que escreveria a história. Para começar, sai perguntando para todos os homens da cidade sobre a Nize. Cada jovem, homem casado, dono de bar ou restaurante, criança ou idoso, sempre diziam a mesma coisa, "A mulher mais bela que já vi em minha vida!" Eu via surgir um sorriso de cada rosto que eu perguntava sobre ela.
    Mas foi um homem com certa idade que me deu mais informações. Quando eu lhe perguntei sobre Nize ele me chamou para dentro de sua casa e me ofereceu uma xícara de café, e como recusar um bom café nordestino? 
    Ele me falou tão bem dela que tive de perguntá-lo como sabia de tanto. Ele me disse que havia sido um admirador secreto dela por muito tempo. Ela era casada na época, o que tirou as chances dele de se aproximar, mas que nunca deixou de observá-la.
    Ele me disse que o marido dela havia morrido havia três anos, mas que ela ia todo primeiro domingo do mês ao túmulo deixar flores, logo depois da missa acabar. Que ela levava um grande buque de flores diversas e o deixava ao lado direito da lápide e depois ia embora. Ele também me disse uma coisa que poderia atrapalhar minha história. Ela só saia de casa para ir a Igreja e para ir ao cemitério. 
    Cheguei a conclusão que teria de conhecê-la pessoalmente e se conseguisse, ter a amizade dela. Então domingo eu iria até a Igreja, assistiria a missa e tentaria falar com ela no cemitério. Para minha sorte o mês acabava naquele dia e no dia seguinte, no domingo, era dia primeiro de agosto.
    Não sou católica, mas fico encantada com as Igrejas. São tão majestosas, inspiradoras e brilhantes, por causa do ouro, e sempre te fazem querer ficar mais um pouco só para poder continuar observando cada mínimo detalhe que exista.
    No domingo eu saí bem cedo para não me atrasar. Quando cheguei a Igreja pude contemplar a bela arquitetura. Era um grande edifício com duas torres, seus telhados eram em forma de pirâmide, haviam várias gárgulas desgastadas com o tempo e sujas no topo das torres, um pouco antes do começo de seus telhados. Ao centro, entre as duas torres, havia a imagem de Jesus, rodeado de flores e decorações folheadas a ouro. 
    Um pouco a frente da Igreja havia um pedestal de mais ou menos um metro, acima de uns poucos degraus. Sob o pedestal havia uma cruz bem grande. Aos pés da cruz haviam velas, algumas acesas, outras apagadas, em alguns lugares a cera escorria pedestal abaixo, como se fosse uma gota de chuva.
    Pessoas andavam de um lado para o outro, umas se cumprimentavam, outras riam. Era uma cena linda, e para completar o sino tocou, para meus ouvidos o barulho do sino era uma melodia suave que me satisfazia até a alma. O sino indicava que a missa iria começar. Pessoas andavam rapidamente até a Igreja e as crianças corriam competindo quem adentraria primeiro na Igreja. 
    Eu andei calmamente até a Igreja, ao olhar para meu lado pude ver a tão falada Nize, minha nova protagonista. Em suas mãos havia um vaso bem decorado de flores. Haviam diversos tipos de flores, exatamente como o senhor havia me dito, dentes de leão, lavandas, orquídeas, tulipas, nem sei se todas elas combinavam juntas, mas o buque estava realmente bonito. 
    Ela vestia um vestido preto que caia sobre seu corpo como uma luva. Ela usava um chapéu preto com um véu também preto por cima. Fui diminuindo o passo e a observando. Ela andava rápido e chegou a Igreja antes de mim. Fui andando logo atrás dela e ao entrar na Igreja a vi sentar na terceira fileira, na ponta perto da parede. Sentei logo atrás dela.
   Ela não assistiu a missa inteira, aproximadamente a metade. Eu deixei que ela saísse primeiro para que não suspeitasse que eu a estava seguindo. Quando ela desapareceu do meu campo de visão eu levantei e fiz o mesmo caminho que ela. Quando sai da Igreja a vi entrando no cemitério. A segui de novo, até que quando já havíamos chegado ao túmulo do marido dela, é ela vira para mim.
    Ela me pergunta se eu a estou seguindo. Simplesmente digo que sim. Não fazia sentido mentir. Ela me pergunta o motivo e eu conto para ela a homenagem que um admirador secreto queria que eu fizesse a ela. Ela disse o nome Robin, provavelmente esse deveria ser o nome dele. Ela me contou sobre ele e como ele a seguia e a observava nos mínimos detalhes e em como ele mandava poesias, mas ela não parecia gostar dessas coisas.
    Perguntei-lhe se havia um motivo para não gostar de tal atenção. E ela respondeu calma e tristemente. "O único homem pelo qual já me apaixonei foi meu marido. Nenhum outro me interessa." Senti a necessidade de escrever suas palavras em um bloquinho que sempre carrego comigo.
    Gentilmente ela disse que me ajudaria a escrever tal história e disse para que eu fosse até sua casa nas terças, quintas e sábados. Fui a casa dela durante um mês inteiro todas as terças, quintas e sábados ás três horas da tarde. Depois demorei mais um mês inteiro para escrever sua história que acabou se chamando: A História de Nize.
    Meu livro foi bastante elogiado e comentado, ficou dezoito semanas no topo dos mais lidos e vendidos. Mas, a última vez que falei com Nize foi três semanas depois do lançamento do meu livro. Ela me agradeceu e disse que o livro havia ficado ótimo. Dois anos depois fui visitar a cidade de novo, mas ela havia sido desabitada para dar lugar a uma hidrelétrica, eles destruíram tudo, a Igreja, as casas, o restaurante, tudo estava em baixo d`água. E nunca mais soube de ninguém que morava ali. Quem sabe onde Nize está agora ou o que está fazendo. Se Robin e Nize ficaram juntos? Eu acho que não, mas não dá pra saber. Só espero um dia esbarrar com uma Nize da vida de novo.

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Peru

Estive no Peru algumas semanas atrás e vou te dizer que não foi a viajem mais luxuosa que já fiz na minha vida, mas vou dizer que foi um dos lugares mais bonitos que já fui, na verdade o mais bonito. A parte de que eu falo, a mais bonita é lá em Machu Picchu, é lindo demais. Os hotéis eram bons, no hotel que eu fiquei em Cusco dava para ouvir o sino da igreja que tinha na rua, mas não é era essa a parte ruim, mas sim o fato de o sino tocar de 10 em 10 minuto, desde de manhã cedinho até tarde da noite, mas depois de alguns dias eu voltei lá e no outro quarto não dava para ouvir o sino, mas o Wi-Fi não pegava lá, ou seja, sem sino, sem internet. Bem que eu comecei a gostar daquele sino. :P
Não vou dizer também que a viajem é relaxante e que te deixa Zen, bem pelo contrário, você come coisas que nunca ouviu falar, vê coisas que nunca viu e aprende a falar coisas que nunca tinha ouvido na vida. Lá eu não aprendi muito espanhol, mas descobri o que falta aqui no Brasil. Orgulho, nós não temos o orgulho necessário para sermos um bom país. Lá no Peru, eles tem diversas praças que tem várias bandeiras do país e eles tem bandeiras nos carros, igrejas, museus, ônibus, hotéis, restaurante, em qualquer lugar. Mesmo sendo um lugar humilde, bem mais que o Brasil, eles não tem vergonha ou não desgostam do país por causa disso, bem pelo contrário, eles querem melhorias, e acho que os brasileiros também estão começando a querer isso, o que é muito bom, afinal, um país não é feito de dinheiro, e sim de cidadãos orgulhosos, vivendo em moradias adequadas, com condições humanas de vida, a frase que diz "País rico é país sem pobreza", que um rico só é rico quando não é pobre a gente sabe, mas se formos interpretar de uma outra maneira, um país rico, de orgulho, paixão e diversas outras coisas boas para os cidadãos é bem melhor do que um país cheio de pessoas pobres de espírito, que matam sem nenhum sentido, que fazem terrorismo, que são racistas, dentre outras coisas. O Brasil tem a capacidade de ser o país mais "rico" do mundo, não falei de dinheiro, mas sim de condições de vida e de pessoas.
Tá, essa viajem mexeu um pouco comigo, acho que ela me fez repensar em tudo.
Nessa viajem eu não comi carne de alpaca, lhama ou porquinho da índia, mas sei que a comida deles é muito boa, mas por causa da altitude temos que maneirar. Os artesanatos são lindos, comprei tanta coisa. Mas em compensação no aeroporto eles quebraram a alça da minha mala. :(
A comida que eu comi, que eu acho que é típica de lá, foi o Lomo Saltado, é com carne de boi, eu acho, e tem acompanhamento de batatas fritas e arroz, mas a carne vem com cebola, tomate e outras coisas que eu não sei o que são, mas juntas formam um molho ótimo. Eles usam muito a folha de coca como alimento, tem balas de coca, biscoitos, chás e outras coisas bizarras que usaram a folha de coca, tem refrigerante que eu acho que é de camomila, a Inca Cola, eu experimentei, tem gosto de xarope, já que é muito doce, mas não posso dizer que foi a pior coisa que tomei na minha vida. Eu comi um peixe, para ser mais específica uma truta, do lago Titikaka, mas eu estava no lado do Peru, não da Bolívia, já que metade do lago é da Bolívia e metade do Peru. O peixe estava bom, mas logo esfriou e ficou um pouco ruim o gosto, pois para mim comida fria tem um gosto diferente.
Acho que já ficou bem grande, até de mais, é melhor parar por aqui.
Bjs,
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Desculpas

Lamento muito por não ter postado tanto quanto deveria gostaria. Tenho feito outros vídeos e blogs, mas não pretendo parar de postar aqui. A próxima postagem será sobre, bem eu ainda estou planejando, mas tentarei fazer algo interessante, como não tenho um número fixo de pessoas que leem meu blog não sei bem o que devo postar para agradar, mas acho que vou colocar um pedaço, ou um resuma da história que estou escrevendo. Não sei bem se é uma boa história ou se é apenas algo que meu cérebro mandou eu escrever, mas espero que as pessoas gostem dele. Não postarei o livro todo aqui, mas apenas um pedaço. Falando nisso, também tem um novo canal no Youtube que se chama Ao ritmo do trem, elas fizeram seu primeiro vídeo hoje, mas como eu sempre estou pesquisando coisas sem sentido no computador, na esperança de encontrar algo novo eu achei esse canal que eu achei que tem uma dança engraçada, tem poucas visualizações mesmo, elas acabaram de criar, mas eu meio que achei um pouco interessante, sei lá, é doideira com doideira, uma sem o que fazer no computador, eu, e elas fazendo danças com músicas andinas sem eu fazer ideia do motivo, mas nós vemos tantas coisas na internet que eu acabei pensando, o que eu iria perder em falar delas aqui no blog, a resposta é nada, então estou fazendo caridade e vou colocar o link no final. Voltando do Peru, eu tenho muitas novidades para contar para vocês e para falar do que eu vi lá, do que achei, se recomendo, e outras coisas. Eu acabei me empolgando e isso virou um texto um pouquinho grande, mas vou tentei falar de tudo rapidinho, o que eu acho que não deu muito certo, mas o que vale é a tentativa, né? Vou começar a postar as 5 músicas, do mês, semana ou coisa assim, que não saem da minha cabeça, e espero voltar a escrever as minha curtas histórias que eu escrevia no começo, não sei se as pessoas gostavam, mas eu espero que gostem das que irei escrever.
Bjs,
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sábado, 6 de julho de 2013

Google Logo Gif

Sabe quando você entra na página do Google e vê o logo todo diferente? Bom, é sobre isso que estamos falando e o meu objetivo nisso tudo é mostrar, na minha opinião, os mais bonitos, mais interessantes e o mais engraçados. E no final vocês verão o Gif que eu fiz. Sejam bonzinhos, e não caiam da cadeira de tanto rir depois que virem, combinado?

Os mais criativos.
















Os mais bonitos.














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E o mais engraçado, o meu.





Qual vocês preferem? Obviamente o meu, né?
Bjs,
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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Poesias

Oi, 
Se vocês gostam de poesia e coisas desse tipo visitem o blog:
Tem cada poesia mais perfeita que a outra.
Eu recomendo até para que não gosta de poesia.
Bjs, 
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